COVID-19 I Perdemos mais de 300 profissionais da Saúde em todo o País

O Sintrasp lamenta profundamente as mortes de mais de 300 Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares com atuação na linha de frente no combate ao Coronavírus. As informações são do COFEN (Conselho Federal de Enfermagem). Até hoje (24 de julho, às 15 horas), foram mais de 29.200 casos, sendo a letalidade 2,06%. Os Estados de São Paulo (4.872 casos) e Rio de Janeiro (4.231) registram os maiores números de infectados. Ambos também lideram o número de mortes, sendo 50 na cidade paulista e 43 no município carioca.

Diante deste cenário de pandemia, não só em Osasco, mais em todo o Brasil, entidades sindicais, conselhos, entre outros, sempre denunciaram irregularidades, com mais evidência na Covid-19. Faltas de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), aliada às péssimas condições de trabalho, são notáveis e completamente repudiadas. A tragédia não é pior porque o nível de comprometimento dos profissionais da Saúde é elevado. Hoje, muitos políticos (genocidas) chamam esses trabalhadores de heróis, porém, muitos deles ao menos elevaram a insalubridade para 40%.

Os profissionais da Saúde não são heróis. São pais, mães, filhos, avós, esposos, esposas – SÃO SERES HUMANOS – esquecidos há anos pelos atores políticos que atual no Congresso, nos Estados e municípios. Bandeiras de lutas da Saúde, como por exemplos as 30 horas, foram conquistadas com muita luta, mas existem outras demandas da categoria, tais como valorização por meio do Plano de Carreira, Piso nacional e, principalmente, respeito.

ORIENTAÇÕES IMPORTANTES

A pandemia está aí. Um Governo Federal despreparado com um presidente genocida – JAIR MESSIAS BOLSONARO. As mortes em todo o País são o reflexo de uma inoperância vinda lá de Brasília. Mesmo assim, orientamos aos profissionais para se cuidarem, trocar os equipamentos de proteção com frequência e, em caso de falta, denunciar para o Sintrasp, pois imediatamente iremos no seu local de trabalho fiscalizar e cobrar soluções na Justiça assim como fizemos no início da pandemia. Seus dados serão preservados no mais absoluto sigilo.

Denuncie pelas redes sociais ou ligue 2284.3500.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *