DENGUE | Vigilância Ambiental reforça ações de combate à doença. Faça sua parte!

A Secretaria de Saúde de Cotia, por meio da Vigilância Ambiental, reforçou as ações de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti – vetor dos vírus transmissores de diversas doenças como dengue, zika, febre amarela urbana e chikungunya. Nas últimas semanas, as equipes de controle de vetores reforçaram o trabalho de orientação à população e de vistoria nos imóveis. Apesar de o número de casos autóctones da dengue terem caído 22,4%, de janeiro a outubro deste ano, ante o mesmo período de 2019, o Levantamento Rápido de Índices Larvários para o Aedes aegypti (LIRAAa) coloca a cidade em ‘alerta’ para a doença.

De acordo com a coordenadora da Vigilância Ambiental, Páscoa Bichiato, mesmo com as ações de controle de vetores permanentes por parte da Secretaria, a população precisa estar atenta e fazer a sua parte eliminando água parada em suas casas e quintais para evitar a proliferação do mosquito. “Falamos do combate à dengue há anos, as ações de enfrentamento continuam as mesmas ao longo destes anos, mas, a cada nova vistoria, os agentes esbarram nos mesmos problemas: caixas d’água mal fechadas, vasos de plantas com água acumulada, calhas sujas com água parada, pneus, garrafas e outros objetos que servem como criadouro do mosquito”, disse Páscoa.

AÇÃO

Durante as visitas às residências, os agentes de saúde tiram dúvidas dos moradores e passam orientações. Além disso, indicam os pontos de água parada que precisam ser eliminados e entregam telas de proteção para caixas d’água (quando é o caso). Aos sábados, a Vigilância Ambiental reúne todas as equipes de agentes de saúde e realiza ação em determinado bairro. Basicamente como uma força-tarefa, de porta a porta. Em suma, o objetivo é de encontrar o maior número de moradores em casa e potencializar a eficiência da ação.

“As doenças transmitidas pelo Aedes [aegypti] podem matar ou deixar graves sequelas e, excetuando a febre amarela urbana, para as demais doenças a ‘vacina’ ainda é a eliminação do mosquito”, alertou Páscoa.

Dengue (casos autóctones de janeiro a outubro)

  • 2019             58
  • 2020             45

Variação      -22,4%

Fonte: CVE – Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac”

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