Enfermagem | Reforçamos cobrança do Coren-SP para garantia de EPIs

O Sintrasp, em concordância com as ações do Coren-SP (Conselho Regional de Enfermagem) está acompanhando a atuação em Osasco e Cotia no combate à Covid-19. Temos também acolhido as demandas dos profissionais das cidades. Uma das maiores preocupações é que o setor da Enfermagem tenha condições adequadas para a prestação de uma assistência segura à população e para os próprios trabalhadores, que atuam na linha de frente da saúde.

Pensando nesta realidade, a presidente da autarquia, Renata Pietro, percorreu no início desta semana, órgãos públicos e entidades representativas da área da saúde, para alertar as autoridades sobre a importância da garantia dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Na segunda-feira (16/3), a presidente do Coren-SP foi até a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp),  as Secretarias Municipal e Estadual de Saúde e à Câmara Municipal de São Paulo para protocolar um ofício pedindo a garantia de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) aos profissionais de enfermagem.

Nos ofícios do Coren-SP, foram listados os EPIs preconizados no Protocolo de Tratamento do Novo Coronavirus do Ministério da Saúde.

Conforme a lista abaixo:
  1. Primeiramente, higiene das mãos com preparação alcoólica frequentemente;
  2. Gorro;
  3. Em síntese, óculos de proteção ou protetor facial (podem ser reutilizados mediante higienização correta);
  4. Máscara (deve ser substituída assim que se tornar úmida e não pode ser reutilizada);
  5. Avental impermeável de mangas longas (deve ser removido e descartado após a realização do procedimento. Antes de sair do quarto do paciente ou da área de assistência);
  6. Luvas de procedimento (devem ser trocadas durante o contato com o paciente, se for mudar de um sítio corporal contaminado para outro limpo, ou quando esta estiver danificada. Não podem ser reutilizadas);
  7. Máscaras de proteção respiratória (respirador particulado) com eficácia mínima na filtração de 95% de partículas de até 0,3µ (tipo N95, N99, N100, PFF2 ou PFF3). Sempre que realizar procedimentos geradores de aerossóis como, por exemplo, intubação ou aspiração traqueal, ventilação não invasiva e ressuscitação cardiopulmonar. Ventilação manual antes da intubação, indução de escarro, coletas de amostras nasotraqueais e broncoscopias. Para realização de outros procedimentos não geradores de aerossóis, avaliar a disponibilidade da N95 ou equivalente no serviço. Não havendo disponibilidade é obrigatório o uso da máscara cirúrgica.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *